sábado, 14 de março de 2015

O MEU QUARTO É O MEU MUNDO

Olá! Bem vindos ao "Meu Mundo é o meu Quarto". Sou a  Sara Pestana, tenho 18 anos de idade e, como se pode ver na reportagem gosto de Artes e estou a frequentar actualmente o Ensino Secundário.
O meu quarto para mim é um espaço em que me descontraio para a veia artística; gosto de brincar com as tonalidades e texturas, numa paleta invulgar, a que se somam as colagens e objectos vários. O meu quarto é o reflexo psicológico do meu Ser Artístico.
A Artista acrescenta ainda que não pretende nenhum estatuto que lhe possam atribuir. Sómente "A Arte pela Arte". Nada mais...
Em suma: este quarto é uma galeria de pura Arte, a visitar e a apreciar ao vivo todo este talento e potêncial.

                     Entrevista do artigo por António Pereira em 11 de Março de 2015, para o Blog Mercatudo.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Por que não são "Mulheres Artistas de rua" justo será; "artistas de rua"?


Como uma mulher jovem e um artista emergente com uma conexão com a arte de rua, vários artistas procuram estender a minha identidade dentro da "Esfera D'Arte", sob a forma feminina. A Mulher permanece imóvel nos ambientes Urbanos. Mas ao mesmo tempo deixa transparecer um movimento constante.

UMA ARTE FORA DA ARTE, NASCIDA DA FANTASIA

Há quatro anos, Jamie Diamante estava à procura de uma boneca realista para usar em uma série fotográfica e tropeçou em um tesouro de bonecas hiper-realistas conhecidos como bebês renascido.





terça-feira, 10 de março de 2015

Afterlives of Mesopotamian Artifacts, from Flapper Fashion to de Kooning

by Allison Meier on March 9, 2015
Leonard Woolley waxing a skeleton for removal (courtesy Institute for the Study of the Ancient World)
Leonard Woolley waxing a skeleton for removal, in Ur (1929-1930) (courtesy of the University of Pennsylvania Museum of Archaeology and Anthropology)
After excavation, ancient artifacts embark on an afterlife of interpretation both academic and cultural. From Ancient to Modern: Archaeology and Aesthetics, which is on view at New York University’s Institute for the Study of the Ancient World (ISAW), explores how the archaeology of Mesopotamia reflected fashions and academia of the 1920s and 30s, and influenced contemporary art.
Standing female figure (courtesy Institute for the Study of the Ancient World)