segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

NOITES DE POESIA COM ACOMPANHAMENTO MUSICAL

EM PLENA MOURARIA, NUM ESPAÇO CONHECIDO POR "SAGRADA FAMÍLIA",DECORRE TODAS AS TERÇAS FEIRAS, SESSÕES DE POESIA COM VÁRIOS DECLAMADORES E MUSICOS. DESTA VEZ COM O MEU CLARINETE ACOMPANHEI MAIS DOIS COMPANHEIROS MUSICAIS. FOI UMA NOITE FANTÁSTICA COM CHEIRO A BLUES E A FOLK... APAREÇAM, TRAGAM VOSSOS POEMAS, NÃO OS DEIXEM A GANHAR BOLOR NA GAVETA, OU SE PREFERIREM, O INSTRUMENTO.... "A POESIA NÃO JANTA SÓZINHA".



A GRANDE CHINA CAPITALIZOU-SE.... E AGORA...


A DIÁSPORA MACAENSE, DE XANGAI PARA O MUNDO

A Diáspora Macaense, de Xangai para o mundo

by cadeiraovoltaire
xangaimacau
O Museu do Oriente, em Lisboa, acolhe até sexta-feira mais uma edição da sua Festa do Livro, disponibilizando centenas de edições dedicadas a temas asiáticos a preços de saldo. Na sala onde se mostram os livros, vários volumes têm Macau como eixo temático, dos estudos históricos à literatura em língua portuguesa produzida no território, passando pela cartografia, pela gastronomia ou pelas artes plásticas. No âmbito da Festa do Livro, o museu programou uma conferência dedicada ao tema “Os Refugiados de Xangai-Macau 1949”, proferida pelo investigador Alfredo Gomes Dias que tem vindo a desenvolver o seu trabalho sobre o assunto a convite do Arquivo Histórico de Macau, e da sua directora, Lau Fong, do qual irá resultar uma exposição que será inaugurada em meados de 2015, nas instalações do Arquivo.
Autor de uma tese dedicada ao tema e recentemente publicada pelo Centro Científico e Cultural de Macau e da Fundação Macau, “Diáspora Macaense. Macau, Hong Kong, Xangai (1850-1952)”, Alfredo Gomes Dias contextualizou o movimento migratório entre Xangai e Macau, apresentando alguns dados que o antecedem e permitem conhecer melhor a realidade da época.

A ÚNICA MULHER É UMA BRUXA:LUTANDO PARA SALVAR A ARTE DO MEIO AMBIENTE DE MARY NORL

Ao longo de um período de 50 anos, o artista Mary Nohl transformou seu quintal, bem como o interior e exterior da sua casa de campo em um ambiente que está em conversa com o terreno circundante, lago, e suas memórias de infância. Quase imediatamente após as primeiras esculturas de cimento materializadas na década de 1960, porém, ela ficou conhecida como "A Feiticeira".