terça-feira, 9 de dezembro de 2014

SAFETY FIRST AT DESIGN MIAMI

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Roman Lounge by Dimore Studio for Fendi (all photos by the author for Hyperallergic)
MIAMI BEACH — In its tenth year, Design Miami again enjoyed a prime location across the street from the center of the Miami universe, Art Basel Miami Beach. Presentations at the show featured design objects ranging from familiar midcentury modern classics to contemporary luxury objects bordering on the obscene.
Overall, the fair was a successful, if safe, snapshot of the design world today. Unlike the more international art fair across the street, the galleries represented at Design Miami were almost exclusively North American and European, which may explain some of the homogeneity of the installations. Standouts of the fair included some of-the-moment lighting designs by Lindsey Adelman and Jeff Zimmerman as well as more experimental computer-aided furniture designs by Janne Kyttanen and Mathias Bengtsson.
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PIECING THING'S TOGETHER AT PULSE MIAMI BEACH

MIAMI BEACH — Sometimes at a fair all the art blends together and it’s hard to know what to make of anything. Other times a motif emerges, and once you spot it, you wander the aisles and booths seeing it everywhere. This past weekend at Pulse Miami Beach — a particularly amiable fair — I discovered quite a number of artworks that had been pieced together from smaller parts, the artists puzzling, stitching, weaving, and compiling their ways to larger wholes.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

TINTEIRO EM VIDRO

Sou um tinteiro antigo, já recebi tinta vermelha e preta e prestava-me para escrever com pena ou aparos. Gostava de ter um novo dono que me desse uso. Pode ser adquirido por 15 euros.




PROMOVER A GRATUIDADE DOS SERVIÇOS PUBLICOS


Nada será mais eficaz para proibir as organizações financeiras de
deitarem a mão gelada do dinheiro sobre os recursos pertencentes
à Humanidade inteira do que decretar o direito, para todos, de
disporem dos bens de sobrevivência sem terem de os pagar, de exi
girem a gratuidade dos transportes públicos e dos serviços de prevenção
sanitária.

A gratuidade não é um dever, nem uma caridade, não está submetida
a nenhuma filiação. Ela inscreve-se na previsivel mudança
de mentalidades augurada pelo desenvolvimento das energias reno
vàveis, ela entra num combate que, criando para todos as condições
de uma abundância de bens úteis e agradáveis, quebra a
dependência caritativa e clientelista
.
Cabe-nos recuperar o que é abandonado ao parasitismo do dinheiro
e sacrificado à rentabilidade, para o melhorar-mos. Deste modo,
o direito ao alojamento de cada ser humano autoriza a requisição,
pelas assembleias de cidadãos, dos edificios desocupados, para
neles alojar os mais desfavorecidos e para lhes fornecer os meios
para os embelezar e os tornar mais agradáveis. Da mesma forma,
as fábricas abandonadas ou ocupadas por grevistas serão reconvertidas
em atelier de criação de produtos indispensáveis à colectividade.
Não existe greve ou movimento reinvidicativo que doravante não
tenha tudo para ganhar em não mais transtornar os clientes e, antes
pelo contrário, em apostar na sua solidariedade, decretando a
gratuidade dos transportes públicos, das comunicações, dos cuidados
de saúde, das manifestações culturais...